Varal de Idéias

de tudo um pouco: sem normas, regras e padrões

BBBanido

Agora que Rafinha é o novo líder, o Psi Marcelo está com os dias contados. Infelizmente, deve sair no paredão de terça. Vai pelo líder ou pela casa.

Uma pena! Desde Jean Willis, o BBB não contava com um participante tão inteligente, esclarecido e culto. Sim, estou comparando com Siri, Alemão, Gyselle (com G), Nat e tantos outros. Gente burra mas burra mesmo! Desinformada, chata, vazia.

Resumo da ópera: os gays quando entram na casa arrasam!

Marcelo cutucou, falou, pontuou, explodiu. Foi humano e muito autêntico.

Vai ser um bom profissional. Tenho certeza disso. Ele acredita no ser humano. Se preocupa com ele. É extremamente atento.

É um ariano legítimo. Brigão por natureza. Mas, eu tive empatia por sua situação. No ano passado, vivi uma puxada de tapete semelhante a que ele viveu. Uma torcida contra silenciosa. A única diferença entre o meu comportamento ariano e o dele é que fui gelada. Poderia ter explodido, mas não perdi a cabeça. Mas, isso o Marcelão vai aprender com a vida. Que existem pessoas que não valem a pena. São pequenas demais para perdermos tempo.

Vou ficar com saudades!

Fevereiro 29, 2008 Publicado por Mari | TV, gay, idiota | | 1 Comentário

Tá delirando

Tem gente que não se enxerga mesmo, né?

A ex-sister Bianca Jahara vira ídolo para garotas gays
Página de recados da produtora se transforma em chat onde meninas marcam encontros

Desde que apareceu no Big Brother Brasil, Bianca Jahara virou ídolo para muitas garotas homossexuais. Em entrevista ao EGO, a produtora de moda conta que, quando deixou o confinamento e acessou a sua página no “Orkut”, viu que haviam transformado o seu espaço na internet numa espécie de “chat” onde meninas gays se conheciam e marcavam encontros.
Nova musa do Paparazzo, Bianca revelou durante sua entrevista que gosta de homem, mas tem uma explicação para tamanho sucesso com o público gay.

CARÊNCIA

“As lésbicas me têm como porta-voz. Várias delas nunca tinham visto o BBB e por minha causa passaram a assistir ao programa. Acho que tem a ver com o meu jeito. Elas são pessoas com carência em quem se inspirar no Brasil. Para elas, qualquer menina que aparece na mídia com o espírito ‘roquer’ vira heroína. Nós somos do underground”, acredita Bianca.
Bianca está amando a experiência de intermediadora dos encontros entre suas fãs. Aliás, segundo Jahara, ela tem ido além e agido também como conselheira para as meninas solitárias.
“Eu dou conselho, toques e elas ficam muito felizes”, afirma.

Ego

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Fevereiro 20, 2008 Publicado por Mari | TV, gay, idiota, lésbicas | | 1 Comentário

Enquete

Qual a sua série com temática gay preferida?

Clique aqui!

Janeiro 16, 2008 Publicado por Mari | TV, futilidade, gay | | 1 Comentário

Eu te disse! Eu te disse!


Bom, ja tá na imprensa. O psiquiatra do BBB8, Marcelo, confessou ser gay. Pena que não foi no ao vivo com o Pedro Bial como foi com o Jean Willis.
Esse sim foi corajoso!

Mas, o psiquiatra não deixou por muito menos. Escreveu no blog do programa que tem orgulho do que é:

“Então todos sabem agora, sem disse-me-disse, e com muita dignidade! Não foi fácil, mas as coisas não acontecem por acaso, e talvez essa fosse minha maior missão aqui na Terra, então tentarei cumpri-la da maneira mais honesta possível! Sei que muitos me condenarão por estar me expondo assim mas não temo algo que me é tão natural. Deus me fez assim, e me orgulho! Beijo a todos!”

Para mais detalhes, clique aqui. Ou aqui.

Janeiro 11, 2008 Publicado por Mari | TV, coming out, futilidade, gay, homossexualidade | | Sem comentários ainda

BBBunda e mais fofocas


Pois é, só pra não passar em branco.

Dizem por aí que a Bianca (a do photoshop logo abaixo) não é les. É bi. Mas, gay mesmo é o psiquiatra Marcelo. Faz a linha “bear”.
Já descobriram as comunidades que o médico pertence no Orkut. Parece que não deixa dúvidas.
A coisa tá fervendo na internet. Até porque o Boninho (diretor do programa) já afirmou em entrevista que tem gay entre as popozudas e sarados desta edição.

O que leva um psiquiatra a entrar para o BBB??

Essa nem Freud explica.

Janeiro 9, 2008 Publicado por Mari | TV, gay | | Sem comentários ainda

Amei!


Não é à toa que a JK Rowling é uma das mulheres mais ricas do mundo!
Eu sou hiper fã da série!
Não podia ficar mais feliz! Amei a JK ter escrito algo tão inovador!
Eu só ficaria mais feliz se a Herminoe (lindinha) fosse lésbica!

Mal posso esperar pelo lançamento do último livro em novembro!

Personagem de ‘Harry Potter’ é gay, diz autora

da BBC Brasil

A escritora JK Rowling, autora da série Harry Potter, revelou que um dos personagens de seus livros – o diretor da escola de Hogwarts, Albus Dumbledore – é gay.

A revelação foi feita a uma platéia que lotou o Carnegie Hall, em Nova York, para vê-la em sua turnê pelos Estados Unidos.

Quando a sessão chegou ao momento das perguntas do público, um dos presentes perguntou à escritora se o personagem havia encontrado “o verdadeiro amor”.

“Dumbledore é gay”, foi a resposta de JK Rowling, que foi além: disse que o personagem havia se apaixonado por seu rival Gellert Grindelwald, e ficado “terrivelmente decepcionado” com a paixão.

“Apaixonar-se pode nos cegar”, disse a escritora. Segundo ela, o amor de Dumbledore por Grindelwald, que derrotou em uma batalha mortal do bem contra o mal, foi “sua grande tragédia”.

JK Rowling contou ao público que fez a revelação ao diretor de cinema David Yates, que está a cargo de filmar o sexto filme da série, Harry Potter e o Enigma do Príncipe. O script do filme, que será lançado no ano que vem, fazia referência a uma garota que se interessava por Dumbledore.

Sites de fãs de Harry Potter já vinham especulando sobre a sexualidade do personagem, cujo passado pouco se conhece.

JK Rowling disse que as revelações sobre o diretor da escola de Hogwarts devem piorar a imagem de seu livro junto a grupos católicos, que já a acusam de promover a prática de bruxaria. A escritora disse que vê sua obra como “um argumento a favor da tolerância”.

O sétimo volume da série que deu notoriedade a JK Rowling, Harry Potter e as Relíquias da Morte, vendeu 11 milhões de cópias em 24 horas e bateu o recorde de seus antecessores.

Outubro 20, 2007 Publicado por Mari | gay, harry potter | | Sem comentários ainda

A bolha – The Bubble

Assistimos The Bubble no final de semana. O novo filme do diretor americano Eytan Fox. Achei o filme super interessante. Delicado, eu diria também.
Tel Aviv é conhecida por ser A Bolha. Com uma cena cultural mais intensa, os moradores de Tel Aviv são criticados por viverem de forma mais alienada dos conflitos entre israelenses e palestinos. No filme, três amigos moram juntos: Lulu, Yelli e Noam em um bairro transado da cidade. A vida de todos muda depois que Noam se apaixona pelo palestino Ashraf. Todos passam a morar juntos e……

É uma aula ver a relação dos judeus e palestinos com os homossexuais. O diretor do filme esteve em São Paulo recentemente e afirmou que os homossexuais não enfrentam preconceito em Tel Aviv. Para ele, os anos de opressão aos gays, contraditoriamente, acabou diminuindo o preconceito. Por outro lado, para os muçulmanos não há a possibilidade de um amor homossexual. Que ele existe, é óbvio. Mas, não é respeitado, tolerado ou aceito. Fora isso, o filme aborda a questão do conflito entre judeus e palestinos que parece não ter solução. No filme fica claro a intolerância. Por ser judeu, o diretor puxa um pouco a sardinha para os seus. Os judeus aparecem como mais liberais, serenos, menos fundamentalistas, tolerantes e dispostos a um acordo de paz. Sabemos que não é assim. Não vou cair na questão política-religiosa do conflito porém os xiitas e fundamentalistas estão dos dois lados.
The Bubble é uma história de amor. Um drama de guerra. Tem um “que” de Brokeback Mountain. Dois homens e um amor impossível. Vale a pena ser visto. Pela modernidade do filme, pelo roteiro inédito e pela disposição de tocar em um assunto complicado. Além disso, o ator Alon Friedman que interpreta Yelli oferece algumas cenas para boas risadas. Outro ponto alto é a rave numa praia nos arredores de Tel Aviv. Uma festa pela paz. O que nos faz pensar o seguinte: árabes, judeus, católicos, brancos, negros, orientais, budistas, etc, somos todos iguais e queremos a mesma coisa da vida. Amar, ser amado, ser feliz por alguns momentos em meio a esse caos que é o mundo pós-moderno.

Setembro 25, 2007 Publicado por Mari | amor, filme, gay | | Sem comentários ainda

Causas da Homossexualidade

Existe gente que acha que os homossexuais já nascem assim. Outros, ao contrário, dizem que a conjunção do ambiente social com a figura dominadora do genitor do sexo oposto é que são decisivos na expressão da homossexualidade masculina ou feminina.
Como separar o patrimônio genético herdado involuntariamente de nossos antepassados da influência do meio foi uma discussão que monopolizou o estudo do comportamento humano durante pelo menos dois terços do século XX.
Os defensores da origem genética da homossexualidade usam como argumento os trabalhos que encontraram concentração mais alta de homossexuais em determinadas famílias e os que mostraram maior prevalência de homossexualidade em irmãos gêmeos univitelinos criados por famílias diferentes sem nenhum contato pessoal.
Mais tarde, com os avanços dos métodos de neuro-imagem, alguns autores procuraram diferenças na morfologia do cérebro que explicassem o comportamento homossexual.
Os que defendem a influência do meio têm ojeriza aos argumentos genéticos. Para eles, o comportamento humano é de tal complexidade que fica ridículo limitá-lo à bioquímica da expressão de meia dúzia de genes. Como negar que a figura excessivamente protetora da mãe, aliada à do pai pusilânime, seja comum a muitos homens homossexuais? Ou que uma ligação forte com o pai tenha influência na definição da sexualidade da filha?
Sinceramente, acho essa discussão antiquada. Tão inútil insistirmos nela como discutir se a música que escutamos ao longe vem do piano ou do pianista.
A propriedade mais importante do sistema nervoso central é sua plasticidade. De nossos pais herdamos o formato da rede de neurônios que trouxemos ao mundo. No decorrer da vida, entretanto, os sucessivos impactos do ambiente provocaram tamanha alteração plástica na arquitetura dessa rede primitiva que ela se tornou absolutamente irreconhecível e original.
Cada indivíduo é um experimento único da natureza porque resulta da interação entre uma arquitetura de circuitos neuronais geneticamente herdada e a experiência de vida. Ainda que existam irmãos geneticamente iguais, jamais poderemos evitar as diferenças dos estímulos que moldarão a estrutura microscópica de seus sistemas nervosos. Da mesma forma, mesmo que o oposto fosse possível – garantirmos estímulos ambientais idênticos para dois recém-nascidos diferentes – nunca obteríamos duas pessoas iguais por causa das diferenças na constituição de sua circuitaria de neurônios. Por isso, é impossível existirem dois habitantes na Terra com a mesma forma de agir e de pensar.
Se taparmos o olho esquerdo de um recém-nascido por 30 dias, a visão daquele olho jamais se desenvolverá em sua plenitude. Estimulado pela luz, o olho direito enxergará normalmente, mas o esquerdo não. Ao nascer, os neurônios das duas retinas eram idênticos, porém os que permaneceram no escuro perderam a oportunidade de ser ativados no momento crucial. Tem sentido, nesse caso, perguntar o que é mais importante para a visão: os neurônios ou a incidência da luz na retina?
Em matéria de comportamento, o resultado do impacto da experiência pessoal sobre os eventos genéticos, embora seja mais complexo e imprevisível, é regido por interações semelhantes. No caso da sexualidade, para voltar ao tema, uma mulher com desejo sexual por outras pode muito bem se casar e até ser fiel a um homem, mas jamais deixará de se interessar por mulheres. Quantos homens casados vivem experiências homossexuais fora do casamento? Teoricamente, cada um de nós tem discernimento para escolher o comportamento pessoal mais adequado socialmente, mas não há quem consiga esconder de si próprio suas preferências sexuais.
Até onde a memória alcança, sempre existiram maiorias de mulheres e homens heterossexuais e uma minoria de homossexuais. O espectro da sexualidade humana é amplo e de alta complexidade, no entanto; vai dos heterossexuais empedernidos aos que não têm o mínimo interesse pelo sexo oposto. Entre os dois extremos, em gradações variadas entre a hetero e a homossexualidade, oscilam os menos ortodoxos.
Como o presente não nos faz crer que essa ordem natural vá se modificar, por que é tão difícil aceitarmos a riqueza da biodiversidade sexual de nossa espécie? Por que insistirmos no preconceito contra um fato biológico inerente à condição humana?
Em contraposição ao comportamento adotado em sociedade, a sexualidade humana não é questão de opção individual, como muitos gostariam que fosse, ela simplesmente se impõe a cada um de nós. Simplesmente, é!”

Drauzio Varella

Agosto 31, 2007 Publicado por Mari | gay, homossexualidade | | Sem comentários ainda