Notas sobre o Oscar:
. Diablo Cody! A única coisa que valeu no Oscar chato e modorrento de ontem.
Quero acreditar que foi por causa da greve dos roteiristas que acabou somente há 10 dias.
. Ainda bem que a cantoria foi rápida. Não teve aquele exagero de musicais.
. Jon Stewart segurou a noite.
. Tomei implicância de Daniel Day-Lewis depois do que ele fez com a Isabelle Adjani. Largou ela e a filha de maneira muito cafajeste. Tanto fez como tanto faz ter ganho o Oscar.
. O que é a boca da Nicole Kidman? Cuidado para o bebê não sair por ela!
. Ellen Page estava lindinha!
. Hellen Mirren é uma diva!
. Não vi Piaf e nem quero ver. Não, peraí. Talvez, em casa no DVD. O filme é triste pra c¨*&%&%.
Eu não tenho muito saco para chorar no cinema.
. Não vou ver Sangue Negro. Quero ver Conduta de Risco. Adoro George Clooney e filme de advogado/tribunal.
. Estou resolvendo se vejo “Onde os fracos não têm vez”. Sempre gostei dos irmãos Joel e Ethan Cohen. Mas detesto sangria desatada e psicopatas! Já chega a vida real de uma estudante de psicologia
. Penelope Cruz e Javier Bardem terminaram o romance? Não vi os dois juntos na premiação. Quando foi anunciado que ele era o vencedor foi por isso que ele beijou mamacita?
. E a andrógina Tilda Swinton que ganhou o prêmio de melhor atriz coadjuvante?
. Amo ver Jack Nicholson e aquele óculos escuros anualmente na primeira fila.
Lançamentos em DVD
Por Lufe Steffen
Em 15 edições, ao longo de 14 anos de existência, o Festival Mix Brasil da Diversidade Sexual exibiu centenas de curtas, médias e longas de temática GLBTTTTTTT – quando nem essa sigla quilométrica existia. Durante muito tempo, o Festival era a única chance de assistir essas produções, que não estreavam nos cinemas brasileiros e muito menos eram lançadas em VHS ou, posteriormente, em DVD.
Felizmente os tempos mudaram, muita coisa se modernizou, e alguns longas exibidos pelo Mix passaram a estrear em cinemas no Brasil, e depois chegaram às locadoras. Outros não passaram em cinemas, mas hoje estão disponíveis em DVD. Sem falar na revolução da internet. Para quem preferir seguir o trajeto clássico e conferir os filmes em DVD, numa TV de plasma com tudo que tem direito, acompanhe o que está disponível em DVD no Brasil:
Amigas de Colégio (Fucking Amal, Suécia, 1999, de Lukas Moodyson)
Passou no Mix em 99 e levou o prêmio de Melhor Filme naquela edição. É uma deliciosa e delicada crônica da paixão entre duas garotas adolescentes na insípida cidade de Amal, Suécia. O destaque é a atuação das duas atrizes juvenis. O diretor depois faria outro clássico: “Bem-Vindos” ( 2000 ). Em DVD da Cult Filmes.
As Damas de Ferro (The Iron Ladies, Tailândia, 2000, de Yongyoot Thongkontoon)
Passou no Mix em 2001. É a história real de um time de vôlei gay treinado por uma bolacha, que entrou no Campeonato Nacional da Tailândia em 1996. Gays, lésbicas e transgêneros dão o sangue para conseguir respeito na quadra. Um filme legal e emocionante. Em DVD da Warner.
Plata Quemada (Argentina, 2000, de Marcelo Pineyro)
Passou no Mix em 2001. Um filme de ação existencialista, uma espécie de “Bonnie & Clyde” gay. Conta a história real dos assaltantes Nene e Angel, na Argentina dos anos 60 – parceiros no crime e na cama. Levou o prêmio de Melhor Filme no Mix daquele ano. Em DVD da Europa Filmes.
Party Monster (EUA, 2002, de Fenton Bailey e Randy Barbato)
O filme que abriu o Festival em 2003. Também baseado em fatos reais, retrata os lendários club kidz, que nos fins dos anos 80, começo dos 90, lançaram as bases do movimento clubber que assolaria o mundo – inclusive o Brasil – durante a década de 90. O líder da coisa era Michael Alig, que perdeu os limites e acabou se envolvendo num crime. O filme é uma obra-prima descontrolada, com diversos pontos altos, entre eles a atuação do ex-astro mirim Macaulay Culkin, no papel de Alig. A dupla de diretores faria depois outra pérola: “Inside Deep Throat” ( 2005 ), sobre o filme “Garganta Profunda”. Em DVD da Califórnia Filmes.
Amor à toda prova (Unconditional Love, EUA, 2002, de P.J. Hogan)
Passou no Mix em 2003. Uma comédia bizarra com astros como Julie Andrews, Dan Aykroyd, Kathy Bates e Rupert Everett. Kathy faz a mulher que, no funeral de seu cantor favorito, conhece o amante do falecido ( Rupert ). O diretor fez antes os maravilhosos “O Casamento de Muriel” ( 1993 ) e “O Casamento do Meu Melhor Amigo” ( 1997 ). Em DVD da Playarte.
Delicada Relação (Yossi & Jagger, Israel, 2002, de Eytan Fox)
Passou no Mix em 2003. Baseado em fatos reais, também. O romance intenso entre dois soldados sitiados com a tropa na fronteira entre Israel e Líbano. Um deles, durão, líder do pelotão. O outro, romântico e juvenil, quer se entregar à paixão. Um filme que pode ser visto como um precursor do mega-sucesso “Brokeback Mountain”, que viria ao mundo 2 anos depois. O diretor Fox faria ainda “The Bubble“, em 2007, novamente narrando as agruras da vida gay na panela de pressão do Oriente Médio. Em DVD da Paris.
Filhote (Cachorro, Espanha, 2004, de Miguel Albaladejo)
Passou no Mix em 2004. A história de Pedro, um gay bon-vivant e meio bear, que tem de tomar conta do sobrinho de 11 anos depois que a mãe do garoto foi presa na Índia. Um filme sutil e envolvente. Em DVD da Europa Filmes.
C.R.A.Z.Y. (Canadá, 2006, de Jean-Marc Valeé)
Passou no Mix em 2006. Uma obra-prima indiscutível, narrando a delicada relação entre Zach, um menino que se descobre gay, e seu rígido pai, em meio aos outros 4 irmãos ao longo das décadas de 60 e 70. Trilha sonora com clássicos de Bowie, Stones e Pink Floyd, um clima glam no ar e grandes atuações. Leia mais sobre o filme AQUI. Em DVD da Califórnia Filmes.
Do Mix Brasil
Os que estão em vermelho, eu vi e recomendo. Tentei baixar C.R.A.Z.Y e não consegui. Plata Quemada é um filme forte. Denso.
The Bubble é triste mas importante. Por falar de homossexualidade em uma região do mundo que é completamente rígida diante dessas questões.
Na lista: Party Monster e C.R.A.Z.Y
Desejo e Reparação
Em 2000, eu li “Reparação”, do inglês Ian McEwan, assim que foi lançado aqui no Brasil. Já muito interessada nas possibilidades da mente e do inconsciente, amei o livro.
Foi uma grata surpresa vê-lo nas telas. O filme é belíssimo e merece o Oscar.
O filme é lindo. Figurino, cenário, fotografia, roteiro, atores e a total fidelidade ao livro.
A dupla Joe Wright (diretor do filme) e Keira Knightley bate um bolão. É ótimo ver como um casamento entre um diretor e uma atriz produz grandes cenas. Joe e Keira trabalharam juntos pela primeira vez em “Orgulho e Preconceito”.
Não vou contar a história para não estragar a surpresa. O que fica é quanto qualquer um de nós podemos destruir a vida de uma pessoa usando nossas fantasias mais ocultas. O quanto palavras levianas produzem consequências desastrosas. O quanto nossos desejos são mais fortes e mais reais do que a própria realidade.
Somos todos, sem exceção, assassinos em potencial. Não se mata apenas com armas. Mas, os maiores e mais maldosos crimes acontecem assim. De maneira silenciosa, quase oculta, quase como um brincadeira de criança. Sem pensarmos, fazemos/acusamos/falamos.
E o resto é apenas consequência desse momento.
Juno

Eu quero ser Juno McGuff quando crescer.
Juno é uma adolescente de 16 anos que coloca várias mulheres adultas no chinelo. Inclusive, eu.
Há tempos não via um filme sobre uma mulher que fosse tão esclarecida e inteligente. Juno é engraçada, esperta, sensível e madura. Juno é o quetoda mulher quer ser: segura. O filme é ótimo. Na medida. O roteiro de Diablo Cody é perfeito. Sem clichês, demagogia ou pregação. Juno nos mostra que a trajetória da vida, dá errado sim, mas que tudo depende de como lidamos com as coisas.
Ellen Page é absolutamente segura no papel de Juno.
Muitos ficaram de queixo caído quando ela fez Menina Má.Com, mas eu fico com ela em Juno. Nem feia nem bonita, nem masculina nem feminina, sem extremos, Juno é uma moça normal como todas nós. Que ficamos de roupa velha em casa, usamos blusas descombinadas e nem sempre estamos afim de pentear o cabelo.
Juno prefere saber a ter. Meia nerd, meia cult. Juno é o dia-a-dia. O arroz com feijão.. E aí está a graça do filme e da personagem.
Depois de filmes que alaerdeavam a realidade da adolescência como ‘Kids” ou “Aos 13″, Juno mostra que a adolescência é só uma fase. Nada tão gritante ou enlouquecido assim. Que adolescer não é pirar, trepar, e se drogar. Que tem gente (a maioria de nós) que fica ali, no meio termo, se segurando e tocando a vida. Lidando com os erros e acertos.
Do diretor Jason Reitman, eu vi “Obrigado por Fumar”. Um bom filme.
Mas, Juno tem química. O elenco todo é forte e coeso: Allison Janney como a madrasta “gente boa” está maravilhosa. Sou suspeita para falar pois a acho a feia mais bonita dos filmes americanos. Michael Cera como o pai do bebê faz a gente ficar confusa: afinal, quem é o bebê? Um fofo! E gostei de conhecer Jason Baterman que faz o músico e quase pai Mark Loring.
Só lamento pela coitada da Jennifer Garner. Linda mas como sempre com a mesma cara!
Ah, fui ver quem era Juno: esposa de Júpter (Zeus), Juno (Hera) é a deusa que protege o casamento, o parto e as mulheres.
Juno é um ótimo filme. Não pesa. Faz a gente rir, chorar, se emocionar. Ou seja, resgata o que o cinema tem de melhor.
Um Tiro para Andy Warhol


Assisti o filme no Telecine Cult uma noite dessas.
Valerie foi tão vítima quanto Warhol. Apesar da moça ter cometido um atentado contra ele, em 1968.
Valerie fala sobre o atentado: “Eu considero isso um ato moral. Imoral foi eu ter errado. Deveria ter treinado mais”
Os caminhos de Warhol e Valerie se cruzaram no desespero da moça em encontrar um patrocinador para sua peça de teatro. Valerie escrevia peças e artigos em que desancava os homens. Para ela, as mulheres eram infinitamente superiores que os homens e todas tinham que se unir e tomar o poder.
Uma travesti, amiga de Solanas, é chamada para participar de uma cena em um dos filmes underground de Andy Warhol no estúdio dele, chamado “A Fábrica”. Lá foi Valerie atrás de Warhol.
Não se sabe a razão. Nem mesmo a entourage que cercava Warhol entendia porque o artista dava tanta atenção aquela dyke. Wahrol gostava da presença de Valerie, mas dizia que não trabalhava com teatro e que o texto dela era sujo demais para ser encenado. O que o filme mostra é que quanto mais Valerie ficava atrás de Warhol para ele ajudar financeiramente na montagem de um de seus textos, mas Andy se desinteressava por ela. Era como se naqueles louquérrimos anos
deveriam ser exerminados. Tanto que Solanas
escreveu o SCUM Manifesto. Obra que foi aplaudida
por feministas do mundo todo anos depois.
O bom do filme é que ele não tem seu ápice no atentado. A vida toda de Valerie através de sua presença, imagem, comportamento já é inquietante. É nítido ver que tudo ali está errado. Já começa desequilibrado.
Tive a impressão que se não fosse Warhol seria um outro qualquer. Valerie não agüentou mais não ter sua voz escutada. Aconteceu de ser Andy Warhol. Ele era o nome naqueles anos
Warhol não morreu no atentado. Levou três tiros. Mas, dizem que ele nunca mais se recuperou. Se tornou altamente paranóico.
As cicatrizes do atentado sofrido por Andy Warholpor Richard Avedon
Oscar 2008
O documentário Freeheld: The Laurel Hester Story, que conta o drama de uma lésbica policial que luta para reconhecer a união com sua parceira em Nova Jersey (Estados Unidos) foi indicado ao Oscar na categoria Melhor Documentário Curta-metragem.
Produzido por Cynthia Wade, a película conta a história da tenente Laurel Hester, que diagnosticada com câncer terminal, se viu obrigada a se aposentar. Em 2005, com o avanço da doença, Hester entrou com um pedido na corte de Ocean County para que sua união lésbica fosse reconhecida. Dessa maneira, quando morresse, sua parceira Stacie Andree ganharia uma pensão de US$ 30 mil por ano.
O caso, que inicialmente foi negado pela justiça por ferir “o casamento tradicional”, ganhou reconhecimento um ano depois quando Hester, em uma cadeira de rodas e respirando com a ajuda de um balão de oxigênio, foi aplaudida na corte. “Eu não estou lutando para aparecer, nem pelo casamento, somente para ter o mesmo direito que teria um casal heterossexual na minha situação”, afirmou ela na ocasião.
4 olhos, 2 filmes!
Em um momento comemoração dos 2 anos, nós fomos ver dois filmes do Festival do Rio.
Depois de uma complicada estratégia para juntar nossos horários com a programação da mostra Mundo Gay, conseguimos ver: Antes que eu esqueça e Tick Tock Lullaby.
A platéia do cinema era composta por 99% de gays, incluindo 4 lésbicas.
O filme trouxe um visível desconforto aos homens, já que fala do envelhecimento e da solidão de gays que passaram a vida num círculo intenso de promiscuidade, prostituição e cafetinagem.
Alguns, não aguentaram e saíram no meio do filme.
Ela gostou muito! Eu acho que vale a pena ser visto independentemente da orientação sexual. Fala de um assunto universal para nós: doença, envelhecimento e solidão. Em alguns poucos minutos rola um sono. Super normal num filme francês, né? Se o filme não dá sono não é um legítimo filme europeu. Mas, a história é bonita e forte.
Histórinha bem comédia romântica. Duas lésbicas que querem ter um filho. Algumas risadas, agilidade de roteiro e desenhos lindos!
O final chega tão de repente que a gente fica se indagando se não está faltando mais uns 40 minutos de filme. Coisa rápida, humor inglês. Gostosinho. Não dá para ver esperando um filmaço. É diversão, aquilo ali e nada mais.
A atriz que faz a Maya (Raquel Cassidy) é linda!
Ficaram faltando muitos outros. Acho complicado um Festival que exibe mais de 300 filmes em apenas 15 dias. Eu ainda não consigo estar em dois lugares ao mesmo tempo. Acabamos perdendo um montão de filmes!
Ainda tenho a esperança de que alguns entrem em cartaz aqui. Pelo menos no Grupo Estação. É o caso de Short Bus.
Outros, só nas melhores locadoras do ramo daqui a algum tempo e o restante só apelando ao Santo eMule de cada dia!
Blockbosta!

Não posso dizer que sou uma pessoa nervosa. Mas também não sou calma. Porém, se tem uma coisa que me tira do sério é ser enganada por lojista, fabricante, empresa.
As megas Blockbuster da cidade fizeram um acordo com as Lojas Americanas. Onde havia uma Blockbuster antes, agora tem uma Americana Express + Blockbuster.
São Lojas Americanas menores com a locadora no fundo. Não achei de todo ruim a fusão. Ter uma loja dessas perto de casa ajuda. Vale para comprar chocolate, shampoo, biscoitos, secador de cabelo (?), fralda descartável, etc.
Há tempos deixei de comprar CDs. Nem sei mais o que é entrar numa loja, escolher e comprar alguns CDs. Em compensação, passei a comprar DVDs. Não só virgens mas os originais de filmes que gosto. Isso porque faço duas coleções: a Psicoteca e a Lesboteca.
A fonte para as compras são sempre aqueles saldões de filmes da Lojas Americanas e da Casa & Vídeo. Dá pra encontrar filmes ótimos por 9,90, 12,90 ou 14,90. Tem ainda os de 19,90 mas esses eu não compro. Espero o tempo passar (pq quanto mais antigo o filme, mais barato ele fica). Dias desses, entrei na Americanas Express + Blockbuster. Estava com a cabeça cheia e resolvi olhar as prateleiras com os filmes. (Ela sabe que se deixar fico horas olhando os DVDs! Ainda bem que estava sozinha!)
Alguns filmes tinham um selo dizendo “Previamente visto ou jogado”. Realmente, achei que tinha me dado muito bem!!! Finalmente, tinha encontrado “Três Vidas e um Destino” e “Transamérica”. Não dei muita importância ao selo e toda animada fui pro caixa. Só que um dos filmes estava sem preço. Todos os outros custavam 14,90.
Bobinha eu, né?
Achei que ia fazer uma compra espetacular para as minhas dvdotecas quando resolvi ser “esperta” e perguntar para a gerente o que significava “Previamente visto ou jogado“. Ou melhor, quantas vezes aqueles DVDs já tinham sido vistos.
Fiquei estarrecida ao saber que aqueles filmes não tinham sido vistos uma ou duas vezes, mas eram filmes que ficavam para serem alugados na Blockbuster. Ou seja, filmes que já tinham sido vistos 1 trilhão de vezes. Tratados de qualquer forma, jogados, batidos, engordurados.
Me senti uma idiota total!!!
Eu quase compro uns filmes que estão nas últimas. E se vc não pergunta, os vendedores não te avisam que caso o filme dê defeito, pode ser trocado no prazo de 30 dias.
Achei totalmente pilantragem!
Na prateleira ao lado, filmes originais por 12,90 e 9,90. Qual vale mais??? O usado, velhaco, xexelento por 14,90 ou o original por 12,90?
Os DVDs de locação deveriam ser vendidos por um preço menor ainda. Mas, como são títulos mais recentes e procurados, eles enganam mesmo! Não falam nada e fica tudo por isso mesmo!
Pode ter certeza que os DVDs que têm esse selo nas Americanas Express + Blockbuster representam o lixão da locadora. Deviam ser os DVDs que já apresentaram defeito ou algum tipo de falha.
Portanto, não compre os que tiverem essa etiqueta. Mas, os outros, os originai, vela a pena! Já comprei títulos como “Meninos não Choram”, “Desejo Proibido”, “Ligadas pelo Desejo”, “Tomates Verdes Fritos”, etc.
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