Os incríveis anos Art Déco
Tamara de Lempicka nasceu na Rússia em 1889 e, filha de família rica, fugiu da revolução bolchevique instalando-se com seu marido, o aristocrata Tadeusz Lempick, em Paris.
Na capital francesa, estudou artes plásticas e desenvolveu um estilo que reunia influências clássicas e modernistas. Os quadros de Tamara de Lempicka revelam uma forte influência cubista suavizada por uma formação neoclássica.
Pelo pincel da artista, a forma humana ganha qualidades de escultura e uma textura quase metálica.
As figuras dominam os quadros, apresentadas em poses altamente calculadas, iluminadas de maneira dramática e com ares de tédio profundo.
Os nus assinados por Tamara de Lempicka também ganham destaque, revelando o fascínio da pintora pela forma feminina. Em sua obra, a mulher aparece ora ultrafeminina, ora masculinizada, mas sempre forte.
A femme fatale Tamara de Lempicka também viveu os excessos e liberalidades a que se entregavam a elite e os boêmios da Paris dos anos 20 e 30. Promoveu festas memoráveis, assumiu publicamente sua bissexualidade e teve inúmeros casos extraconjugais.
Antes de sua morte, em 1980, Tamara de Lempicka ainda teve o gosto de revisitar sua fama de ícone da art déco. Uma mostra organizada por jovens galeristas com quadros dos anos 20 e 30 colocou novamente o nome da pintora no mapa das artes plásticas.
Com uma beleza que lembrava a de Greta Garbo (de quem foi amiga), ela dava grande importância à sua imagem e cultivava extravagâncias, como a de combinar sua roupa com seus carros.
(Fonte: BBC)
Tudo por Dinheiro
Navegando no portal da Folha de SP, vi essa notícia na coluna Zapping da Fabíola Reipert:
Atores da Globo fingem namorar para atrair mídia
Cláudia Jimenez e Rodrigo Phavanello, cujos personagens Custódia e Adriano ficaram juntos na novela “Sete Pecados”, da Globo, estão fingindo que são mais do que bons amigos, segundo pessoas próximas a eles. Cláudia e Rodrigo têm circulado abraçados no Rio. Os dois vão estrear peça de teatro juntos e querem atrair a atenção da mídia. Pura jogada de marketing, claro.
Não estava acreditando no que li e fui ao Google. Pior que é verdade!!
No Ego tinha a seguinte notícia:
Rodrigo Phavanello e Cláudia Jimenez assistem ao espetáculo ‘Dona Flor’
e bla blá blá…
Eu não acho que pessoas públicas tenham que sair do armário por obrigação. Na verdade, eu não acredito em “tem que” qualquer coisa nessa vida. Agora, enganar o público, por marketing, tem outro nome. É notório que a atriz em questão mantém uma relação estável com uma mulher há anos. As duas saem na imprensa juntas, andam pra cima e pra baixo. Cláudia nunca escondeu sua orientação sexual. Após a separação de Leila Pinheiro (a atriz e a cantora forma casadas), ela deu uma declaração à imprensa falando de como tinha sido difícil superar o rompimento e os problemas de saúde que teve em seguida. Ela só não propaga aos 4 ventos, mas, recentemente, durante uma entrevista no programa da (chata!) Fernanda Young, ela até deu uma cantada, de brincadeira, na apresentadora (!).
Ou seja, tudo isso para atrair mais público pagante na peça em que serão protagonistas.
Feio, baixo, pobre demais!!!
The Birds
Essa é a foto de Jodie Foster caracterizada como Melaine Daniels
(interpretada por Tippi Hendren) protagonista do clássico filme “Os Pássaros” de Hitchcock, de 1963.
O ensaio faz parte da capa de março da revista Vanity Fair que faz uma homenagem
a filmografia do genial diretor.
Fonte: Papel Pop
Liv
Saíram algumas fotos da linda Liv Tyler em sites de fofoca da internet.
Todos comentam como ela está gorda, pelas fotos feitas durante as férias no Hawai.
Ai, que ditadura porre!
A Liv é linda!!
Eu que sou gorda e sinto tesão em ancas, gordurinhas, bunda grande, coxas grossas, acho ela mais gostosa do que nunca!
David LaChapelle
Eu não vou poder ir, mas quem estiver em São Paulo não pode deixar de visitar a exposição “Heaven to Hell”, do fotógrafo americano David LaChapelle, no Mube.
As fotos dele são ultra modernas, pop, irreverentes, comestíveis e deliciosas!
Imperdível!
Se joga, biba!!!
Eu adoooooooouro o “Te dou um dado?“. Leitura diária e obrigatória. A equipe que escreve é ótima! São vários seres desocupados que passam o dia xoxando as celebrities.
Num dos posts, a equipe “mata a cobra e mostra o pau”.
Declaração de Reynaldo Gianecchini ao ver o show de Ney Matogrosso:
“Já conhecia o trabalho dele, mas nunca tinha assistido a nenhum show. Ele se joga. Tem uma energia muito boa. Adorei!”
Concordo com eles totalmente: que hetero fala “se joga?”
Ou seja, não dá mais pra enganar, né? O Giane se trai nas palavras.
Se assume! Vai fazer muito mais bonito!
Vale Tudo

“só não vale dançar homem com homem
nem mulher com mulher
o resto vale!”
Tim Maia cantava essa música nos programas de TV. Mas, nos shows ao invés de cantar “o resto vale”, ele dizia “só até as 22hs”.
Tim era assim. Libertário, libertino e muito, muito doidão. Ele não sabia o que era autoridade. Só tinha medo dos flagrantes da polícia diante de tanto bagulho e pó que carregava. Uma das poucas pessoas por quem Tim tinha respeito era o amigo “nelsomotta”.
O livro “Vale Tudo – o som e a fúria de Tim Maia” é uma delícia! É daqueles que não dá para parar de ler. Virou o cult desse comecinho de verão para mim. Nada mais carioca do que Tim Maia e suas músicas.
Nelson Motta foi muito generoso com o amigo. Das bad trips de Tim, ele pouco fala. Ficamos mais com a dor de cotovelo e as doideiras desse que para mim é dos maiores cantores da MPB. Dos que já se foram, são poucos os que tenho saudade: Tim, Cazuza, Nara Leão, Tom Jobim.
Enquanto a (minha) geração coca-cola chora por Renato Russo (que eu detesto), eu sinto falta desse negão desbocado, de vozeirão rouco, meio cafona e dos gemidos quando a língua travava de tanta cocaína e do célebre pedido de “mais retorno, mais tudo”.
Como eu me esbaldei ouvindo as músicas do Tim. Ao ler o livro também fiz uma viagem nostálgica aos anos 70, 80 e 90. As noites do Morro da Urca, ao Circo Voador, aos grandes shows no Canecão e Scala, a boate People, ao surgimento do Casseta & Planeta, do estouro de Sandra de Sá, do aparecimento de Ed Motta e Marisa Monte. Ri ao tomar conhecimento das frases bombásticas de Tim e saber de infinitos canos em shows Brasil afora.
Chegando ao final do livro, comecei a sentir raiva. Deu vontade de gritar: “porra, seu burro! Pára com tudo que você vai morrer!”. Assim, a gente vai lendo página a página a vida de rock and roll do Tim. Muito bagulho, muita cocaína e muita birita. Sexo com putas. Tim adorava transar com elas. Dá angústia saber que o final de Tim está perto, enquanto ele está, no livro, cada vez mais doidão, mais aloprado, mais drogado e bêbado.
“Ah!
Se o mundo inteiro
Me pudesse ouvir
Tenho muito prá contar
Dizer que aprendi…
E na vida a gente
Tem que entender
Que um nasce prá sofrer
Enquanto o outro rir…”
O síndico do Brasil não era mole.
Onde estava a "crasse" artística?

Hoje tô azeda!
Culpa das horas que passei ontem no hospital! A tremenda dor nas costas, o braço roxo do soro, a enorme quantidade de remédio pra dor que me deu enjôo a noite toda, o dia perdido, etc.
Eu + dor + remédio + hospital = irritação profunda!
Então, como não acordei nos meus melhores dias, resolvi falar o que me incomodou muito na Parada Gay:
Onde estava a droga da classe (???) artística que não tinha sequer um único representante na Parada?
Tirando o Sérgio Mamberti, que fez um bom discurso representando o Ministério da Cultura, não tinha mais ninguém!! Olha que nós andamos aquela praia de ponta a ponta. Cheguei lá cedo da manhã e nada! Nem um ex-BBB, um pseudo-ator de Malhação, aquelas primorosas moças que são modelo-manequim-atriz, figurantes da Turma do Didi….
N-A-D-A!!!
Não levanto a bandeira do Coming Out a qualquer preço. Não acho que alguém seja obrigado a nada, mas artista que não é politizado, pra mim tem sérias questões a resolver com a profissão. Não que tenham que encampar todas as causas políticas e sociais do Planeta, mas a luta contra a homofobia é assunto sério. São milhares de mortes por ano no Brasil!
Fora que todo mundo sabe que temos gays, lésbicas, Bis, etc, em todos os ramos da sociedade, exercendo todo o tipo de profissão. A única que não tem pessoas com outra orientação sexual é a classe artística?
Todos os artistas são héteros e não simpatizantes???
Faz me rir, né?
E as cantoras da MPB que a gente gasta fortuna comprando os CDs? Pagando ingressos a preços exorbitantes para ir a um show? Nem simpatizantes a causa são???
Vou me lembrar disso quando lançarem o próximo CD! Ah vou!
Pelo menos como simpatizantes, os artistas tinham que ter dado o ar da graça, né?
Depois, vai dizer nas revistas de fofocas que é uma pessoa isso ou aquilo!
Sei…tá bom!
Coisa feia, viu! É mais importante sair na Caras, Quem ou Contigo, com um livro de Brecht na mão fingindo ser uma pessoa correta, antenada, do que realmente aparecer onde o povo está precisando de apoio e eco na sociedade!
Valeu! É como diz o ditadinho popular:
“quem bate esquece, quem apanha lembra!”
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